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Postagens

Que escola pós-pandemia?

Resumo A pandemia de covid-19 alterou drasticamente o cenário social, impactando todos os setores da vida. No campo educacional, a rápida transição para o ensino remoto imposta pelo isolamento social, afetou a vida de estudantes, educadores e familiares, incidindo sobre o processo ensino-aprendizagem. Além dos efeitos psíquicos decorrentes do isolamento social, a substituição do ensino presencial no contexto pandêmico acentuou o desinteresse dos jovens pela escola, que já vinha perdendo sentidos políticos e existenciais para eles, tornando patente o menor engajamento pelo ensino remoto. Além disso, as reduzidas condições econômicas de grande parte da população também foram aprofundadas, corroborando as dificuldades de acesso à internet e às mídias necessárias para essa adaptação. Se a escola já não era capaz de atraí-los, no contexto da pandemia ela parece ainda mais distante e incapaz de ajudá-los a lidar com os impasses atuais. Neste sentido, realizamos uma pesquisa qualitativa busca...

Jörn Rüsen - Reconstrucão do Passado Teoria da História

https://www.academia.edu/40078209/RUSEN_Jorn_Reconstrucao_do_passado_teoria_da_historia_II20190813_9604_otzfqi

Jörn Rüsen

  Jörn Rüsen é um historiador e filósofo alemão, conhecido por suas contribuições à teoria da história e à didática da história. Ele é uma figura proeminente nos estudos sobre a narrativa histórica e sobre como a história é interpretada, ensinada e compreendida no âmbito da cultura e da sociedade. Suas principais áreas de pesquisa incluem a hermenêutica histórica , a teoria da narrativa histórica , e a memória cultural . Um dos conceitos centrais desenvolvidos por Rüsen é o da consciência histórica , que trata de como os indivíduos e as sociedades entendem o passado e usam essa compreensão para orientar suas ações no presente e no futuro. Ele explora como as narrativas históricas moldam a identidade cultural e social de um grupo e como as interpretações históricas são sempre influenciadas pelo contexto em que são produzidas. Entre suas obras mais conhecidas estão "História: Teoria e Prática" e "Narrativas do Passado". Sua abordagem interdisciplinar envolve história...

Revista de História

RÜSEN E A TEORIA DA HISTÓRIA COMO CIÊNCIA RÜSEN E A TEORIA DA HISTÓRIA                          COMO CIÊNCIA   DA HISTÓRIA COMO CIÊNCIA Resumo Resenha do livro: RÜSEN, Jörn.  Teoria da história : uma teoria da história como ciência. Tradução: Estevão C. de Rezende Martins. Curitiba: Editora UFPR, 2015. RÜSEN E A TEORIA DA HISTRIA COMO CIÊNCIA https://www.revistas.usp.br/revhistoria/article/view/118009  

Livro didático

A realidade aumentada como interface de integração com o livro didático Resumo : " As tecnologias digitais estão enraizadas em todos os campos da atividade humana, e, da mesma forma, a educação não está desvinculada de tais influências. Entretanto, essas tecnologias não devem ser postas sem uma atenção ao planejamento docente e, além disso, precisam ser viáveis para possibilitar uma inovação pedagógica. Por outro lado, fazer uso de instrumentos como o livro didático, que já está implementado e consolidado como política pública no Brasil, pode contribuir ainda mais. Dessa forma, o objetivo desta pesquisa é apresentar as possibilidades de uso de tecnologias digitais integradas ao livro didático." https://www.scielo.br/j/ep/a/wdTsLBmgbW5XsNfXgy5jspD/?lang=pt

Mudanças no Novo Ensino Médio

Novo Ensino Médio: entenda as principais  mudanças aprovadas no Senado https://www.youtube.com/watch?v=X0fO8rx9yMw&t=72s Fonte: Agência Senado

Teoria e pratica da educação o que mudou?

  BRANDÃO, Carlos Rodrigues.  O que é educação.  São Paulo: Brasiliense, 2013.

Tempos Históricos - Entrevista com Selva Guimarães

  https://e-revista.unioeste.br/index.php/temposhistoricos/article/view/22165

Escola Viva entrevista Paulo Freire

O que vem primeiro comida ou educação ... https://www.youtube.com/watch?v=bwvHZJLfhYE

Entrevista com Dermeval Saviani

  Retrospectiva da Educação na Pandemia e  p erspectivas para 2022 https://www.youtube.com/watch?v=4vfL0wqR9Zk&t=3s

Resultados da Pesquisa - Final

  Fonte: Elaborado pela pesquisadora.         Portanto, contextualizar o conteúdo das aulas no processo de ensino e aprendizagem é dar sentido ao ato de aprender . Também significa ajudar a problematizar os saberes a serem ensinados, estimulando diálogos construtivos . Além disso, contextualizar é situar o educando no tempo e no espaço, para que ele compreenda os processos históricos e sociais como eles impactam o presente . Essa abordagem parte da realidade do alunos, garantindo assim, uma maior relevância e compreensão do conteúdo ensinado. Em outras palavras, a definição de contextualização adotada neste trabalho contempla o diálogo com os conhecimentos históricos do passado que deram origem aos fatos históricos atuais e sob a ótica de quem são os sujeitos históricos, presentes, ausentes ou presentes e desqualificados nas narrativas dos referidos conhecimentos históricos e a inclusão de outras histórias silenciadas, incluindo saberes e contextos das expe...

Resultados da Pesquisa - 2º Parte

      Fonte: Elaborado pela pesquisadora.   Durante a análise da coleção do livro didático de História definido para este trabalho, observamos que a contextualização, contemplando a primeira dimensão mencionada, está presente em quase todos os capítulos da coleção, exceto nos seguintes capítulos No livro do 1º ano, dos 14 capítulos, 03 não abordam a contextualização. Na coleção do 2º ano, dos 14 capítulos, 02 não incluem a contextualização. Por fim, na coleção do 3º ano, que possui 13 capítulos, 02 também não contemplam contextualização.      A visão emancipadora do ensino de História registra e valoriza as vozes daqueles  que foram silenciados na história, como mulheres, negros, indígenas, entre outros grupos marginalizados. Essa abordagem não só reconhece as contribuições e as experiências desses grupos, mas também enfatiza a importância de incluir suas perspectivas e as narrativas na história ensinada.      Sendo assim, f...

Resultados da Pesquisa - 1ª Parte

F onte: https://www.ampesc.org.br/2018/resultados-da-pesquisa-salarial-ja-estao-disponiveis/. Acesso em 11 jun.2024.      Os resultados da análise dos livros didáticos indicam que a contextualização não está presente em todos os conteúdos da coleção de livros didáticos do ensino médio No livro do 1º ano, dos 14 capítulos, 03 não abordam a contextualização. Na coleção do 2º ano, dos 14 capítulos, 02 não incluem a contextualização. Por fim, na coleção do 3º ano, que possui 13 capítulos, 02 também não contemplam a contextualização.      Os conteúdos que adotam a contextualização nos livros didáticos não apresentam as informações de maneira isolada ou abstrata eles conectam conhecimentos históricos do passado a conceitos do presente. Todavia, essa compreensão não abarca todos os aspectos da definição de contextualização, adotada na referida pesquisa. Essa definição contempla o diálogo com os conhecimentos históricos do passado que deram origem aos fatos hi...

A Contribuição do Livro Didático em uma Perspectiva Contextualizada do Ensino de História

  Fonte: https://www.jornalcruzeiro.com.br/opiniao/artigos/livro-de-historia/. Acesso em 11 jun. 2024.      A contextualização no livro didático de História é fundamental, ao contribuir para a compreensão dos alunos sobre eventos históricos, em relação à sua própria vida e ao mundo ao seu redor. Ao estabelecer vínculos entre o passado e o presente, os livros didáticos que adotam uma abordagem contextualizada ajudam a construir uma junção entre o conhecimento histórico do passado e a realidade dos estudantes, facilitando um aprendizado com atribuição de sentido pelo aluno.      Quando se fala em contextualização do ensino, estamos nos referindo ao ato de situar eventos, ideias e processos históricos dentro de um contexto mais amplo, que abranja dimensões sociais, culturais, econômicas e políticas. Isso implica não apenas descrever o que aconteceu, mas também explicar por que e como esses eventos ocorreram, considerando seus impactos a longo prazo e...

A Contextualizaçãoi na Base Nacional Comum Curricular

  Fonte:https://blog.etapapublico.com.br/como-realizar-e-aplicar-um-plano-de-aula-de-acordo-com-as-normas-da-bncc/. Acesso em: 11 jun. 2024.     A BNCC  é um documento de caráter nacional e obrigatório, constituindo-se em um elemento fundamental para a formulação de currículos e propostas pedagógicas no sistema educacional brasileiro. Neste estudo, o foco é a parte do documento que se refere ao Ensino Médio, proporcionando uma visão abrangente dos padrões e das diretrizes que as instituições de ensino devem seguir.      A BNCC alinha-se a importantes legislações nacionais, como a Constituição Federal de 1988 (Brasil, [2016]), a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional de 1996 (Brasil, 1996), e o Plano Nacional de Educação de 2014 (Brasil, 2014).      Esse alinhamento reflete a vinculação do documento à estrutura jurídica nacional e destaca sua importância para o alcance dos objetivos educacionais estabelecidos no país. No entanto, ...

A Contextualização na Lei 9394/96

Fonte: https://portaldogestor.com.br/diretrizes-e-bases-da-educacao-nacional-entendendo-a-ldb-e-suas-implicacoes-na-educacao-brasileira/. Acesso em 11 jun. 2024.      Com as incessantes transformações na área educacional, os objetivos do processo de ensino e aprendizagem têm acompanhado essa evolução. Atualmente, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional - LDB reconhece a importância de desenvolver nos estudantes habilidades e competências necessárias ao cumprimento de sua finalidade: “o pleno desenvolvimento do educando, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho” (Brasil, 1996 , online ).      A qualificação para o trabalho, conforme explicitado pela LDB, estabelece vínculo entre o sistema educacional e as políticas neoliberais, conforme analisado por Silva (1985, p. 12): De um lado, é central, na reestruturação buscada pelos ideólogos neoliberais, atrelar a educação institucionalizada aos objetivos estreitos ...

Contextualizar para transformar

                  https://educador.brasilescola.uol.com.br/trabalho-docente/contextualizacao.htm. Acesso em 05 jun. 2024.      Ao abordar a questão da contextualização, estamos ampliando a possibilidade de humanizar tanto a produção quanto a comunicação do conhecimento. Isso envolve o processo de evolução humana por meio do uso de recursos e instrumentos desenvolvidos ao longo do tempo. A aprendizagem, nessa perspectiva, é um processo bidirecional, no qual ensinar e aprender ocorrem simultaneamente, criando uma relação dinâmica de troca. Assim, ao mesmo tempo que adquirimos conhecimento, também o comunicamos, o que acaba por modificar o ambiente no qual estamos inseridos. Nesse contexto, Freire (2011) afirma: O discurso da acomodação ou de sua defesa, o discurso da exaltação do silêncio imposto de que resulta a imobilidade dos silenciados, o discurso do elogio da adaptação tornada como fado ou sina, é um discurso negador da hum...

Tendência Progressita Libertadora e a contextualização do ensino

https://blog.portaleducacao.com.br/pedagogia-libertadora-na-visao-de-paulo-freire/. Acesso em 05 jun. 2024.      A Tendência Progressista Libertadora é uma abordagem pedagógica que emergiu no contexto das lutas por justiça social e transformação política. Essa tendência é fortemente associada ao educador brasileiro Paulo Freire, cuja Pedagogia do Oprimido (Freire, 1987) propôs uma revolução na forma como pensamos a educação. A Tendência Progressista Libertadora vê o ensino como um ato de liberdade, uma prática de emancipação que desafia as estruturas de opressão e promove a conscientização crítica.      A essência dessa tendência está na crença de que a educação deve ser uma prática dialógica, na qual professores e alunos constroem conhecimento juntos, rompendo com a lógica Tradicional, que coloca o docente como fonte única de autoridade. A Tendência Progressista Libertadora defende a ideia de que o aprendizado é um processo ativo e colaborativo, em que o d...

Tendência Libeal Tecnicista e a contextualização do ensino

  https://www.youtube.com/watch?v=oywtTm3QU9o. Acesso em: 05 jun. 2024.      A Tendência Liberal Tecnicista é uma abordagem pedagógica que se tornou proeminente durante as décadas de 1960 e 1970, especialmente no contexto da educação técnica e profissionalizante. Esse modelo educacional surgiu como resposta às necessidades do modo de produção capitalista, que exigia um sistema capaz de qualificar o proletariado para atender à crescente demanda por mão de obra especializada no mercado de trabalho. Nesse sentido, os estudantes eram preparados para esse mercado e para as exigências tecnológicas de uma sociedade cada vez mais industrializada.      Neste contexto, a Tendência Liberal Tecnicista vê a educação como um processo sistemático e objetivo, em que a eficiência, a precisão e a medição de resultados são prioridades. A ênfase está na aquisição de habilidades técnicas e no treinamento prático, muitas vezes alinhado às necessidades do setor produtivo e...